A Marvel Studios prepara o lançamento de mais um filme inspirado em seus super-heróis e, com ele, uma adaptação para os games está para chegar aos consoles. Assim como Thor: God of Thunder
, a SEGA
disponibiliza Captain America: Super Soldier
quase que simultaneamente à estreia do longa-metragem nos cinemas.
No entanto, os péssimos resultados com outros títulos que reproduzem a experiência cinematográfica fez com que a desenvolvedora revisasse sua política de produção. Em vez de termos uma trama semelhante à vista nas telonas, os roteiristas tiveram liberdade total de criar uma história completamente nova para ser estrelada pelo herói americano.
De maneira semelhante ao que foi feito na adaptação de Thor, o game do Capitão América segue uma linha diferente do filme e apresenta elementos totalmente inéditos, inclusive um inimigo que não aparece no filme. A proposta é evitar que tenhamos um novo Iron Man 2 em nossas telas – afinal, porque nem todos os Vingadores merecem o mesmo destino.
O caminho do herói

Para quem não é tão apaixonado por histórias em quadrinhos ou ainda não sabe o passado do Capitão América, saiba que será preciso ter conhecimento sobre sua origem antes de se aventurar com o escudo do patriotismo. Isso porque os fatos de Captain America: Super Soldier ocorrem em meio ao período narrado no filme, ou seja, entre a transformação do franzino Steve Rogers em soldado e o confronto contra o perverso Caveira Vermelha.
O jogo apresenta as primeiras ações do personagem com o uniforme estrelado. Após ter seu potencial humano ampliado com o Soro do Super Soldado, Rogers é enviado a uma missão na Bavária para eliminar nazistas e membros da Hydra que, segundo informações de agentes secretos, estão elaborando um plano de sabotagem contra os Estados Unidos dentro do castelo do Barão Zemo.
É a partir desse contexto que o herói passa a testar suas habilidades e a descobrir até que ponto seu corpo evoluiu. Ainda nos primeiros passos a caminho de líder dos Vingadores, vemos um Capitão América ainda em treinamento e sem experiência no campo de batalha.
Patriotismo acrobático
O destaque de Captain America: Super Soldier é o equilíbrio entre ação e desafio encontrado pela desenvolvedora. Em vez de apenas esmagar botões para eliminar nazistas, será preciso enfrentar cada inimigo individualmente, o que obriga o jogador a ter mais cuidado na hora de elaborar estratégias.
Como você só consegue golpear um adversário, é preciso estar atento ao que acontece ao seu redor. Além de socá-los, saber o momento de desviar ou bloquear um ataque também é fundamental. No entanto, a grande estrela do herói ainda é seu escudo – com o perdão do trocadilho.
Steve Rogers pode usar seus reflexos ampliados para impedir que os tiros disparados pelos agentes da Hydra o acertem. Um pequeno medidor é exibido poucos segundos antes que a bala o atinja. Caso você consiga pressionar o botão no tempo correto, é possível rebatê-la e derrubar o inimigo.
O acessório também pode ser utilizado como visto nos quadrinhos há décadas, ou seja, arremessando-o contra quem quer que seja. Graças às propriedades indestrutíveis do Vibranium – material do qual é feito –, o Capitão América pode lançar o escudo contra soldados e abatê-los à distância.
Contudo, também é possível usá-lo para ampliar o dano de golpes físicos e até mesmo para realizar combos. Imagine uma sala cheia de adversários: enquanto você soca um, pode dispará-lo para eliminar os demais. Além disso, o escudo é útil nas finalizações, assumindo um estilo visual bem semelhante ao visto em Tron: Evolution.
O Super Soro também faz que o herói realize movimentos praticamente impossíveis para a maioria dos seres humanos. Acrobacias, saltos enormes e até mesmo a possibilidade de cair de grandes alturas são apenas algumas das habilidades que o orgulho da nação poderá fazer.

Em uma das cenas exibidas no trailer, vemos o Capitão América em um momento digno de Prince of Persia: enquanto escapa de uma explosão, ele caminha sobre uma parede e então inicia uma sessão de pulos e outras peripécias que somente o Príncipe é capaz de fazer.
Versões Nintendo
Assim como acontece com Thor: God of Thunder, a versão de Captain America: Super Soldier também vai receber edições diferenciadas nos consoles da Nintendo. No caso do Wii, temos um visual mais próximo dos quadrinhos e menos aproximado dos filmes, como acontece nos demais sistemas.
Essa modificação é feita exatamente para atrair um público mais novo, o que também é refletido na jogabilidade. Sendo assim, temos uma ação mais acessível e menos complexa. Espere, portanto, encontrar muito mais cenas em que é preciso distribuir socos e fazer seu escudo voar.

A dificuldade também foi amenizada na exploração, já que o próprio cenário interage e indica por que caminho o herói deve seguir. Além disso, há um foco muito maior nos puzzles, que devem ser resolvidos a todo o momento.
Entretanto, o maior destaque da edição para Wii é o uso do Remote. Ao adicionar uma pequena mira na tela, é possível determinar o trajeto do escudo e até mesmo marcar múltiplos alvos de uma só vez, de modo semelhante ao Dead Eye de Red Dead Redemption.
Já no Nintendo DS, o estilo fica bem mais próximo do que foi feito em Thor, ou seja, um game em Side Scroll 2D e com um visual muito mais simples. O irônico é que isso deixou o título muito mais divertido, já que foi dada uma atenção maior à pancadaria e à exploração de cenário.
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Rumor: Sony estaria iniciando produção de God of War 4
Um pequeno fragmento de informação, retirado do currículo de um animador do Motion Logic Studios, pode ter vazado o início da produção de God of War 4. Segundo o texto, descoberto pelo usuário shinobi602 do fórum especializado em games NeoGAF, o profissional não identificado de um teste de animação para o quarto game do Deus da Guerra, e seria responsável pelos movimentos da personagem Maya.
Em seu
site oficial, a Motion Logic afirma que participa, no momento, do desenvolvimento em animação de diversos jogos grandes ainda não anunciados. A Sony, claro, não se pronunciou sobre o rumor. Da empresa, porém, vem um
anúncio de emprego, em busca de um “programador online” para a equipe de God of War.
O profissional seria responsável pelo desenvolvimento do sistema para jogos em rede e criação de partidas, além dos rankings globais de pontuação, e trabalharia na divisão de Santa Monica da empresa. Essa sucursal é responsável pela franquia de Kratos desde seu início.
Com o vazamento do currículo do animador da Motion Logic, os boatos ganharam força, e todos os ventos apontam para um novo game do Deus da Guerra, desta vez com suporte online, função ainda inédita na saga de ação.
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